"Aqui ninguém é louco. Ou então, todos o são." (Guimaraes Rosa, Primeiras Estórias)

terça-feira, 8 de janeiro de 2008

Minha primeira canção completa composta com letra e música, do fundo de minha alma!

NINGUÉM TE ESQUECERÁS
Uma voz divina me falou...
Que o nosso futuro é amanhã...
Viva a vida e verás...
O quão bonito; viver é bom...
Seja aquele que serás...
Lembrado por coisas, por coisas que fez...
Seja um exemplo e viverás...
Feliz para sempre; na imensidão...
Cada palavra que ouvirás...
Tente sempre as refletir...
Sempre existe algo a aprender...
Não tenha medo em ensinar...
Sempre haverá quem preste atenção...
Se tudo for dito com coração...
E não se perca na emoção...
Um belo exemplo de um Campeão...
A escola da vida é o que é...
Vivendo e aprendendo, meu irmão, qual é?
Não seja apenas mais um "Zé Mané"...
Que a vida passa e não volta mais...
Sempre exerça a união....
Faça as coisas com muito amor...
Amigos para sempre encontrarás...
Ao longo da vida bela que terás...
O ser humano nem sempre é bom...
Nem tão cruel, nem tão mal assim...
Num equilíbrio tentarás viver...
Para bons frutos assim colher...
Quando velhinho você ficar...
Para traz olharás e assim vais ver...
O belo rastro que na vida deixou...
Um ser eterno, ninguém te esquecerás!!!
Letra e Música compostas por Marcelo Luporini, vulgo Marcelinho
É com grande prazer venho fazer o primeiro post de 2008.
Desejo a todos que lerem a letra se inspirem e tentem ser seres humanos de grande coração já dito que apenas o amor move montanhas... Este sentimento é indescritível quando conseguimos sentir ele na sua plenitude... Pode ser o amor pelos amigos, amor pelos entes queridos e o amor carnal entre um homem e uma mulher... Tentem viver com amor e assim poderão ser seres desprovodos de ódio, angústia e inveja que minam e matam aos poucos nosso corpo e mente.

quinta-feira, 27 de dezembro de 2007

Os dialogos platônicos não acabaram..

E com colaboração ilustre:

Giovana:

Eu comi pizza de brócolis. E eu não gosto de brocólis. E eu gostei.

sexta-feira, 21 de dezembro de 2007

O Velho Bode


Estava o bode lá perto do meu nascimento e nele criei raiz e seu guia me entitulei.

A vida passou e de velho,o bode ficou, mas com ele, a vida de guiou.

Sempre estou com ele, ao menos no coração, por ele sempre lutei

e contra ele apenas seus bloqueios vencerei.

Esse bode é velho mas velho de amigo.


Ciro Pires

O supremo marroquino

Esse posto é importante mas não é legítimo.
A igualdade é intenção, mas os egos não resistem
e o simples ato de uma prosa pode dispertar sentimentos só captados pelo pico de aura suprema que não sendo o melhor, tem a capacidade e a humildade de ser mais um colaborador:
um simples cidadão de marrocos.

Metralhadora Giratória


As canetas giram o seu esfigma e o sentimento é colocado no papel com toda veracidade, mas escondido pela alma das palavras. Quem disse que a tinta não tem vida? Desafio você a ficar ao meu lado, mas não seja sensitivo, porque talvez ficará triste com a própria verdade escondida. Fale! Ou cale-se. E cuidado com a minha caneta.


Ciro Pires

Prosa real

Tem gato na tuba. Tem bala na agulha
Tem coisas a serem ditas que a falta de coragem não deixa
Se não gostas mais de mim, pode falar
que apesar de tudo, eu posso dizer que as coisas que faço
são de coração

Posso magoá-la, mas sempre sincero sou
Aproveitar, jamais.
Me mate agora com seu olhar
que pelo meu, terás amor
O que fiz é pouco para merecer isso
mas se queres assim desse jeito serás,
sempre irei louco ficar.

Ciro Pires

terça-feira, 18 de dezembro de 2007

O POUSO FORÇADO DE UMA BORBOLETA SÓRDIDA

"Boêmia de uma noite estranha
Trouxe a meu quarto uma doce visão"

O pouso Forçado de Uma Borboleta Sórdida

Havia, de fato, uma pequena estranheza naquela situação. Passará alguns minutos que traçarão aquelas duas figuras. O que elas me diziam? Provavelmente, me diziam, com semelhante estranheza, que aquilo não era natural. Cabe a qualquer observador comum achar certo nível de estranheza naquele cenário irreal. Mas também, cabe ao pensador transformar o estranho fenômeno irreal em natural.
O que se passa por irreal aos olhos do observador, torna-se filosóficamente natural visto dos olhos do pensador. Há quem tome o cenário por irreal, esse nada tem em seu imaginário, nada tem, nem um pouco de imaginação.
Perguntaria ao filósofo sobre a imaginação humana e a irrealidade de tal cenário. Diria o filósofo, após alguns minutos de reflexão, que a irrealidade não cabe nas palavras, assim como não cabem em todas as palavras uma imaginação. Pena que sentimentos são tão leves e fluídicos como o vento e as palavras inúmeras e imortais como os anais da história.
O observador olha mas não vê. Enxerga a matéria mas não se lambusa da essência. O filósofo pensa mas não é. Reflete sobre a essência sem absorver de seu conteúdo. O poeta escreve mas não entende. Como pode uma borboleta gigante pousar em uma pequenina árvore seca?
David