Felicidade grande, valores mundanos,
Invertidos, falso sorriso.
Vida minha me conduz,
Me ensina caminhar,
Meu coração escutar.
Palavras de amor,
Não mais prosternar.
Coração que fala a verdade,
Combate a falsidade.
Sou um pobro, choroso,
Sei o que fazer,
Mas não consigo entender.
Por que essa lembrança,
Insiste em aparecer?
Quando me acho livre,
De você um instante,
Onde passo escuto,
tua voz sussurrante.
Tudo me parece estranho,
Sou cego em caminho torto,
Mas deixo a mercê,
Ao acaso, esse encontro com você.
Deixo para a vida,
Me levar como a maré,
Me entregar a você.
Se caso valha,
Felicidades mil,
Sejamos felizes,
Sem ao menos um pio.
Aceito, ó Vida de Amor,
Essa prova maravilhosa,
Que me faz crescer com a dor.
Essa caminhada espinhosa,
Esse encontro de beijos e abraços,
Com a cabeça recostada,
Em meu leito acanhado.
Lembro-te, vem-me,
Teu sorriso que me persegue,
Teu abraço que me acalenta,
Tua voz que me sustenta,
Essa lembrança que me atenta.
Me atormenta,
Mas me acalma,
Me banha a alma,
Me cativa o espírito,
Padece num suspiro.
João 24/07/2009
"Aqui ninguém é louco. Ou então, todos o são." (Guimaraes Rosa, Primeiras Estórias)
sexta-feira, 24 de julho de 2009
sábado, 11 de julho de 2009
SIM
Dizer sim!
Já parastes pra pensar que exercitais pouco esta palavra?
Para tudo tendes uma desculpa:
Cansaço, preguiça, medo, preocupação com o que vão dizer ou pensar.
Pare tudo!
Dê uma chance a vida, ouse!
Pensais que por inúmeras vezes que vós dissestes não as oportunidades, perdestes pelo menos
outras duas advindas da primeira.
Se vós realmente tendes um objetivo na vida, digais sim as pequenas oportunidades que vão
aparecendo em sua vida tanto no ramo profissional, como afetivo, social e intelectual.
Vamos tomar uma "breja" agora?
CIRO R. PIRES
10 / 07 / 2009
terça-feira, 23 de junho de 2009
Amor Plutônico
I
Nesse limiar da razão emoção,
Pensando na vida como um grande turbilhão,
Idéias, pensamentos, sentimentos...
A língua fala, nem sempre o que pensa o coração,
esconde do mundo usando a razão,
mascarada para todos fugindo da emoção.
O corpo reage, luta e se mostra,
Refém vitimado do ato impensado.
Os devaneios afloram e a realidde se faz.
O cérebro vive e revive o falso estrelar.
A expectativa germina e como plântula ao Sol,
Cresce e determina que a decepção
será o grande carrasco do pobre coração.
Como criança ingênua ao presente esperar,
Imagino, crio, vivo
E desse sonho não consigo despertar.
Alguns, de paixão o chamam,
Outros, o que sente os que amam.
O que sente os que amam, chama-se amor,
Que à felicidade não chegam
Sem passar pelo caminho da dor.
És a verdade, a minha verdade,
Que vivo esse Plutônico Amor,
Na minha realidade,
Distante, além do mundo que estou a habitar.
Por mais que me esforço,
Não imagino como alcançar,
Esse mundo ilusório chamado "amor"
Que em minha mente veio germinar, degenerar.
Você que nele vive,
Apenas tua a lembrança a me alegrar,
Ou em dias tenebrosos, minha chaga cutucar.
As leis são respeitadas,
Pois não há como mudar,
Volto, e ao chão estou novamente a pisar,
Continuando a caminhada,
Sem ao menos a tua resposta escutar.
II
Imagino teu silêncio,
Como cala um coração,
Evitando assim a dor da decepção.
Imagino-te distante,
Como o vento que ao lado desfila exuberante,
Mas na ilusão dele abraçar,
Como a lua a iluminar
Numa distância real,
Sem nada perto chegar.
Como em todos eles, cá estou,
Admirando-te a realeza,
A beleza a suavidade,
Como a brisa a tocar,
O brilho da lua vigilante,
Sem poder abraçar.
O que mais quero,
O brilho da tua alma,
Àquele que perto de tí ficar.
Que onde passar o frescor levar
E caminhos iluminar.
João 21/06/2009
Nesse limiar da razão emoção,
Pensando na vida como um grande turbilhão,
Idéias, pensamentos, sentimentos...
A língua fala, nem sempre o que pensa o coração,
esconde do mundo usando a razão,
mascarada para todos fugindo da emoção.
O corpo reage, luta e se mostra,
Refém vitimado do ato impensado.
Os devaneios afloram e a realidde se faz.
O cérebro vive e revive o falso estrelar.
A expectativa germina e como plântula ao Sol,
Cresce e determina que a decepção
será o grande carrasco do pobre coração.
Como criança ingênua ao presente esperar,
Imagino, crio, vivo
E desse sonho não consigo despertar.
Alguns, de paixão o chamam,
Outros, o que sente os que amam.
O que sente os que amam, chama-se amor,
Que à felicidade não chegam
Sem passar pelo caminho da dor.
És a verdade, a minha verdade,
Que vivo esse Plutônico Amor,
Na minha realidade,
Distante, além do mundo que estou a habitar.
Por mais que me esforço,
Não imagino como alcançar,
Esse mundo ilusório chamado "amor"
Que em minha mente veio germinar, degenerar.
Você que nele vive,
Apenas tua a lembrança a me alegrar,
Ou em dias tenebrosos, minha chaga cutucar.
As leis são respeitadas,
Pois não há como mudar,
Volto, e ao chão estou novamente a pisar,
Continuando a caminhada,
Sem ao menos a tua resposta escutar.
II
Imagino teu silêncio,
Como cala um coração,
Evitando assim a dor da decepção.
Imagino-te distante,
Como o vento que ao lado desfila exuberante,
Mas na ilusão dele abraçar,
Como a lua a iluminar
Numa distância real,
Sem nada perto chegar.
Como em todos eles, cá estou,
Admirando-te a realeza,
A beleza a suavidade,
Como a brisa a tocar,
O brilho da lua vigilante,
Sem poder abraçar.
O que mais quero,
O brilho da tua alma,
Àquele que perto de tí ficar.
Que onde passar o frescor levar
E caminhos iluminar.
João 21/06/2009
segunda-feira, 1 de junho de 2009
Sonho
Parece pueril, mas é doce e sutil,
Aparenta distância, mas é no entanto,
Íntima a sensação que me desmancha.
Meu coração, me fala diariamente,
Me fazendo lembrar de você constantemente.
Seu sorrizo se fez eterno,
Em um sonho, te vi bela,
De mãos enlaçadas, volitando pela Terra.
Entre paisagens monumentais,
Céus colorados e sensações descomunais.
Passeando pelo belo,
Coloridos pássaros se faziam concretos.
A beira de um lago,
Teu abraço era um afago.
Minha alegria era interminável e
Nessa noite tão real,
De surpresa tal,
Apenas a doce lembrança,
De ter tido você ao meu lado.
João Tozzi 01/06/2009
Aparenta distância, mas é no entanto,
Íntima a sensação que me desmancha.
Meu coração, me fala diariamente,
Me fazendo lembrar de você constantemente.
Seu sorrizo se fez eterno,
Em um sonho, te vi bela,
De mãos enlaçadas, volitando pela Terra.
Entre paisagens monumentais,
Céus colorados e sensações descomunais.
Passeando pelo belo,
Coloridos pássaros se faziam concretos.
A beira de um lago,
Teu abraço era um afago.
Minha alegria era interminável e
Nessa noite tão real,
De surpresa tal,
Apenas a doce lembrança,
De ter tido você ao meu lado.
João Tozzi 01/06/2009
segunda-feira, 16 de março de 2009
Recomeços
Recomeços
conturbados, imperceptíveis e traumáticos
nem sempre a escolha é sua
tenha serenidade mesmo que seja difícil
As coisas no mundo se transformam
um dia você está por baixo
e quando menos se espera
as nuvens te dão carona
Mantenha-se com uma base sólida
estude muito e seja justo
cultive boas amizades
e seja humilde em suas atitudes com o próximo
A recompensa vem como uma herança
daquelas que nunca se espera
e que é fruto da história de vida
faça por merecer
Ciro R. Pires
16/03/2009
conturbados, imperceptíveis e traumáticos
nem sempre a escolha é sua
tenha serenidade mesmo que seja difícil
As coisas no mundo se transformam
um dia você está por baixo
e quando menos se espera
as nuvens te dão carona
Mantenha-se com uma base sólida
estude muito e seja justo
cultive boas amizades
e seja humilde em suas atitudes com o próximo
A recompensa vem como uma herança
daquelas que nunca se espera
e que é fruto da história de vida
faça por merecer
Ciro R. Pires
16/03/2009
quinta-feira, 12 de março de 2009
Lágrimas
Tristes lágrimas a despencar,
Pois o velho coração está a chorar.
Essa chaga que não fecha.
Essas lembranças que não cessão.
Lembranças de dias felizes,
Todavia, era o que sentia,
Mesmo assim não sabia.
Mas será que esse é o fato?
Triste marco no meu passado?
O que te mostro,
Nem mesmo eu sei se posso,
Confiar e me entregar,
A esse sentimento, que se faz me enganar.
O que possa ser, idéia não me vem,
O que possa causar, eu mesmo não sei falar.
Apenas vejo lágrimas e pouca à luz a brilhar.
Aqueles dias que pereceram,
Pelo tempo impiedoso,
Ressurgem lentamente,
Me trazendo muito desgosto.
Sinceramente não sei quais são,
Apenas faziam feliz meu coração.
Dor angustiante,
Ferida aberta, minha amante.
Hoje convivo com ti,
Esforçando-me para sorrir,
Nesses dias obscuros,
Que meu destino obtuso,
Me consedeu sem escrúpulo.
No entanto, ainda sei,
Que o que sinto é para o bem.
Assim passo os dias,
Confiando e esperando,
Dias mais felizes enviados pelo céu,
Para esse ser que em demasia,
Sofre feito réu.
João Tozzi 12/03/2009
Pois o velho coração está a chorar.
Essa chaga que não fecha.
Essas lembranças que não cessão.
Lembranças de dias felizes,
Todavia, era o que sentia,
Mesmo assim não sabia.
Mas será que esse é o fato?
Triste marco no meu passado?
O que te mostro,
Nem mesmo eu sei se posso,
Confiar e me entregar,
A esse sentimento, que se faz me enganar.
O que possa ser, idéia não me vem,
O que possa causar, eu mesmo não sei falar.
Apenas vejo lágrimas e pouca à luz a brilhar.
Aqueles dias que pereceram,
Pelo tempo impiedoso,
Ressurgem lentamente,
Me trazendo muito desgosto.
Sinceramente não sei quais são,
Apenas faziam feliz meu coração.
Dor angustiante,
Ferida aberta, minha amante.
Hoje convivo com ti,
Esforçando-me para sorrir,
Nesses dias obscuros,
Que meu destino obtuso,
Me consedeu sem escrúpulo.
No entanto, ainda sei,
Que o que sinto é para o bem.
Assim passo os dias,
Confiando e esperando,
Dias mais felizes enviados pelo céu,
Para esse ser que em demasia,
Sofre feito réu.
João Tozzi 12/03/2009
domingo, 8 de março de 2009
Amar / chorar
De todos aqueles que nos antecedem,
Nos ramos da gingantesca árvore da vida,
Que divide a grande diversidade filogenética,
O homem, se auto classifica o racional.
Olha para baixo, como se a querer ver formigas,
Formigas em seus pés.
Olha para os lados, como a procurar,
Procurar por algo para disputar,
Envaidecer e ainda grande se fazer.
Não tem capacidade de igualdade,
Ignorando o compromisso social,
De manter o mesmo direito a vida,
Que a ele se dedica.
A igualdade se vai,
E em demasia, se acha em grande partida.
O introspecto se multiplica,
Como estruturas funcionais carcinogênicas.
Não percebe limites,
Não os vê, muito menos crê,
Que para tudo se deve manter,
Equilíbrio e mútuo respeito.
Ao saturar de ignorância,
E muito chorar pelo sofrer,
Espera nessa estado,
o despertar consiencial.
Percebe que o que o engrandecia,
Hoje é fútil e sem valor.
Habilidades novas vão surgindo,
Naquele que quando criança,
Apenas sofria.
Amar, amar, amar,
O que mais se pode esperar,
De uma vida sem sentido,
Sem estímulo, de muito martírio?
Amar e amar, esse o grande despertar,
Esse o grande desafio a superar.
Chorar, não mais, sofrer,
só se por não conseguir ajudar.
Amar, não mais chorar,
a não ser por um amigo levantar.
Chorar, não mais.
Soluços... a paz está a chegar!
Quero mais que tudo,
Meu ser dominar,
Sem que haja mais o chorar.
Lágrimas da tristeza,
Quando essa chaga curaremos?
Ao amar, sentirá, o balsamo salutar.
Quando ama, se doa,
Quando se doa, se esquece,
Quando se esquece,
Se engrandece e,
Ao engradecer, se fortalece,
E quando forte, não mais a vida pela sorte.
João 08/março de 2009
Nos ramos da gingantesca árvore da vida,
Que divide a grande diversidade filogenética,
O homem, se auto classifica o racional.
Olha para baixo, como se a querer ver formigas,
Formigas em seus pés.
Olha para os lados, como a procurar,
Procurar por algo para disputar,
Envaidecer e ainda grande se fazer.
Não tem capacidade de igualdade,
Ignorando o compromisso social,
De manter o mesmo direito a vida,
Que a ele se dedica.
A igualdade se vai,
E em demasia, se acha em grande partida.
O introspecto se multiplica,
Como estruturas funcionais carcinogênicas.
Não percebe limites,
Não os vê, muito menos crê,
Que para tudo se deve manter,
Equilíbrio e mútuo respeito.
Ao saturar de ignorância,
E muito chorar pelo sofrer,
Espera nessa estado,
o despertar consiencial.
Percebe que o que o engrandecia,
Hoje é fútil e sem valor.
Habilidades novas vão surgindo,
Naquele que quando criança,
Apenas sofria.
Amar, amar, amar,
O que mais se pode esperar,
De uma vida sem sentido,
Sem estímulo, de muito martírio?
Amar e amar, esse o grande despertar,
Esse o grande desafio a superar.
Chorar, não mais, sofrer,
só se por não conseguir ajudar.
Amar, não mais chorar,
a não ser por um amigo levantar.
Chorar, não mais.
Soluços... a paz está a chegar!
Quero mais que tudo,
Meu ser dominar,
Sem que haja mais o chorar.
Lágrimas da tristeza,
Quando essa chaga curaremos?
Ao amar, sentirá, o balsamo salutar.
Quando ama, se doa,
Quando se doa, se esquece,
Quando se esquece,
Se engrandece e,
Ao engradecer, se fortalece,
E quando forte, não mais a vida pela sorte.
João 08/março de 2009
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